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Brasão: escudo de prata, lavrado de espigas de trigo verde;
Brocante, em banda, uma palma de vermelho. Coroa mural de prata de três torres.
Listel branco, com a legenda a
negro:
Gaifar Ponte de Lima
Bandeira: verde. Cordão e borlas de prata e verde. Haste e lança de ouro.
Selo: nos termos da Lei, com a legenda: Junta de Freguesia de Gaifar Ponte de Lima.
Parecer emitido em 04 de Abril de 2001, pela Comissão de Heráldica da Associação dos Arqueólogos Portugueses.
Em de 01 de Julho de 2001, o Parecer, por proposta desta junta de Freguesia, foi aprovado em sessão da Assembleia de Freguesia de
Gaifar.Processo e desenho elaborado por Carlos Alberto Mouteira Fernandes no ano de 2001.
Obs.: Inspirada no Brasão, Márcia deu
início a criação da logomarca do Veleiro Gaifar, incluindo o ramo de
trigo e as cores do mesmo. |
História da
Freguesia de
Gaifar - Ponte de Lima - Portugal
Gaifar, ocupando cerca de 301 há, está localizada à margem direita do rio Neiva, sem contudo chegar até ao mesmo, já que se entrepõem antes as freguesias de Vilar das Almas e Sandiães, ambas a sul de
Gaifar. Gaifar dista cerca de vinte
quilômetros da sede do conselho, bem ao sul do mesmo e tem ainda a estabelecer-lhe limites a freguesia de Mato a norte. Refira-se que a nascente tem a já citada Vilar das Almas assim como a poente está Freixo e novamente Sandiães. Todas as freguesias citadas pertencentes ao
conselho de Ponte de Lima.
Antiga freguesia de Santa Eulália de Gaifar, é antiga e anterior à nacionalidade, encontrando-se fortemente documentada em escrituras do séc XII. Era vigairaria da apresentação do Cabido da Sé de Braga, no antigo
conselho de Albergaria de
Penela.
Compreende os lugares de Barrocas, Cachadas, Rua, Baralde, Posa, Igreja, Alminhas, Monte, Corgo, Naia e Souto do Monte.
Primitivo povoamento pré-histórico com notáveis vestígios arqueológicos na sua área e imediações, o
topônimo registra-se pela primeira vez em 1126. Entregue ao Cabido da Sé de Braga em 1145,
quando da divisão das rendas da diocese, foi-lhe confirmada a entrega em 1188. Começa a aparecer no território de Penela com as inquirições de 1129.
Em 1369 - 1380, "A egreja de Gueyffar he emprazada ( ... ) com o lugar que chamam de Cenoy". Cendom, que em 1135 aparece como "villa ( ... ) Cendoni" e depois como simples lugar de
Gaifar.
Por largos anos deu o nome à freguesia, que assim, de denominou Santa Eulália de Cendoni. Antes como agora a agricultura é a principal
atividade econômica, sobressaindo-se atualmente a exploração agrícola através das estufas.
Fontes consultadas: Dicionário Enciclopédico das Freguesias, Freguesias- Autarcas do Séc. XXI, Inventário Colectivo dos Registros Paroquiais Vol. 2 Norte Arquivos |