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Textos e Reportagens |
Entenda
melhor a depressão e as fobias
Bruno Garattoni –
Jornal Folha de São Paulo - 02/2002
Muitas
vezes, os desvios de personalidade se manifestam de forma complexa, exigindo
diagnóstico e tratamento especializado. Mesmo assim, acessar informações
sobre os principais tipos de transtorno emocional pode ajudar leigos a
identificar traços de comportamento relacionados a algum deles ou a encarar
suas neuroses de forma mais objetiva.
Na página www.psiqweb.med.br/10mais.html, por exemplo, é possível encontrar
links para os sintomas comumente associados a problemas como insegurança,
timidez, irritabilidade, tristeza, impotência sexual, estresse ou ansiedade.
Os textos são bastante detalhados e abordam minúcias técnicas de cada
transtorno emocional, mas trazem descrições simples que podem ser
compreendidas por internautas leigos.
Uma alternativa é o site Mental Help (www.mentalhelp.com), que traz uma seção
que responde a dúvidas dos visitantes e, apesar do nome, é brasileiro.
Para conhecer melhor vários tipos de fobia, visite a página www.ufrgs.br/psiq/fob001.html,
que foi redigida por professores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
No endereço www.psicosite.com.br, o destaque fica por conta dos testes on-line,
que se dividem em cinco categorias e supostamente avaliam questões como
depressão, bulimia e estabilidade emocional. Antes de acessá-los, é preciso
se cadastrar.
Se você pretende aprofundar a pesquisa em um determinado assunto, acesse o site
www.hospvirt.org.br/psiquiatria/port/biblioteca.htm, que reúne boa quantidade
de links para publicações especializadas. Uma alternativa é a ferramenta de
busca PsiPesquisa (www.psipesquisa. com.br), que relaciona páginas sobre
psicologia.
Quem procura um psicanalista pode consultar a lista de membros da Associação
Brasileira de Psicanálise (www.abp.org.br), que lista profissionais de vários
Estados.
On-line
No Brasil, as consultas psicológicas realizadas pela internet são consideradas
"experimentais" pelo Conselho Federal de Psicologia (www.pol.org.br),
que faz algumas restrições a elas (leia texto nesta página). Os serviços
desse tipo devem ser encarados como sessões de aconselhamento, o que pode
restringir sua importância, mas não os torna inúteis.
No site da Associação Brasileira de Profissionais de Saúde Mental On Line
(www.abrapsmol.com. br), é possível encontrar uma relação de pessoas que
oferecem serviços via rede.
Uma delas é a psicóloga Márcia Homem de Mello (www.homemdemello.com.br/psicologia),
que diz realizar consultas por meio do comunicador pessoal ICQ (www.icq.com) e
do software Tivejo (www.tivejo.com), que transmite imagens captadas por uma
câmera ligada ao micro.
A psicóloga não sabe dizer quantas pessoas já atendeu via internet, mas
afirma prestar esse serviço há três anos. Segundo ela, os clientes que
procuram consultas on-line fazem as mesmas queixas do que aqueles que frequentam
seu consultório. De acordo com a psicóloga, os indivíduos atendidos pela rede
preferem recorrer à internet porque são tímidos ou por falta de tempo.