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Horizontes

(Autoria: Márcia Homem de Mello)

Olhando ao longe,

Percebo a minha solidão.

Solidão que nem sempre está presente,

Pois, há muitas pessoas a minha volta.

A noite é minha companheira,

E nela revelo meus segredos.

Poder estar comigo me agrada,

Posso conversar e me ver melhor.

As noites passam... As madrugadas também chegam...

O dia vem radiante todas as manhãs,

E radiante se faz necessário.

É vivendo e caminhando em frente,

Que a solidão se torna um mero estado de espírito.

Olhando o horizonte imenso,

Percebo o quanto intensa pode ser a solidão.

Sofrimento pela solidão,

Faz olhos e mentes deixarem de brilhar.

Ver o Sol e a Lua nos Horizontes,

Refletindo a paixão ou amor.

Essas são as nossas reais razões,

De viver, de adorar, de querer, de ver, de SER.